Delator diz que comprou cofre para guardar R$ 500 mil usado na reforma do sítio em Atibaia para Lula

O homem afirmou que esse valor seria utilizado para pagar engenheiros e operários que atuaram na reforma do sítio.

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Foto|Reprodução

Em sua delação o engenheiro civil Emyr Costa disse aos representantes da Procuradoria Geral da República (PGR) que foi o responsável por comprar um cofre, que, aliás, deveria ser utilizado para guardar R$ 500 mil utilizados na reforma do sítio frequentado pela família de Lula em Atibaia.

O homem afirmou que esse valor seria utilizado para pagar engenheiros e operários que atuaram na reforma do sítio. Em delação o engenheiro afirmou o seguinte:

“Eu peguei toda informação e mostrei para Carlos Paschoal (executivo da Odebrecht que era responsável pelas operações da empreiteira em São Paulo) e expliquei e disse que era necessário 500 mil [reais]. Ele me autorizou a começar o trabalho e disse que ia entregar o dinheiro através dessa equipe de operações estruturadas. Ele pediu para ligar para a senhora Maria Lúcia Soares. Eu nunca tinha feito uma obra dessa natureza e comprei um cofre. Semanalmente, eu entregava R$ 100 mil. Eu recebi esse dinheiro em espécie”.

Em defesa do ex-presidente o Instituto Lula afirmou que o sítio não pertence a Lula e que os donos já provaram a origem lícita dos gastos no sítio.

Redação 96 FM
Jornalista Responsável Sérgio Silva (Radiola) MTB 5173/BA

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